Da Intuição à Técnica: Efeitos de um Treinamento em Entrevista Investigativa na Formação Inicial de Policiais Civis

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22197/rbdpp.v12i2.1291

Palavras-chave:

Entrevista Investigativa, Interrogatório, Oitiva, Polícia, Treinamento

Resumo

Este estudo buscou identificar se um treinamento em entrevista investigativa na formação inicial de policiais civis é capaz de alterar percepções de discentes sobre práticas adequadas em oitivas e interrogatórios. O treinamento, com duração de 8 horas, abordou fundamentos teóricos, evidências científicas e práticas recomendadas para a condução de entrevistas com vítimas, testemunhas e suspeitos. Participaram 89 policiais civis, que responderam a questionários pré e pós-treinamento. A análise dos dados foi realizada por meio de estatísticas descritivas e teste-t para comparar as respostas antes e depois da intervenção. Os resultados indicaram melhorias significativas no conhecimento sobre memória humana, falsas confissões e na percepção de boas práticas, como o uso de perguntas abertas, planejamento estratégico e construção de rapport. Houve redução na crença em práticas inadequadas, como confiar na linguagem corporal para detectar mentiras ou priorizar a obtenção de confissões. No entanto, não foram observadas mudanças significativas na autoconfiança para conduzir entrevistas, sugerindo a necessidade de treinamentos mais práticos e contínuos. Este estudo empírico demonstra os efeitos de um treinamento baseado em evidências em entrevista investigativa, apontando para a importância de sua institucionalização nas agências policiais e indicando caminhos para futuras pesquisas que avaliem o impacto dessas capacitações na prática profissional.

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Biografia do Autor

  • Denis Lino, Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (CogJus), Atitus Educação – Passo Fundo/RS

    Doutor em Psicologia Cognitiva na Universidade Federal de Pernambuco. Mestre em Investigative and Forensic Psychology pela University of Liverpool, Graduado em Psicologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). 

  • Anderson Pires Giampaoli, Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL) – São Paulo/SP

    Doutorando em Direito Processual Penal pela Universidade de São Paulo. Mestre em Direito Probatório pela Universidade de Barcelona (2022). Especialista em Bases do Raciocínio Probatório pela Universidade de Girona (2021). Professor da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL).

  • Rafael Francisco Marcondes de Moraes, Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL) – São Paulo/SP

    Doutor (2024) e mestre (2018) em Direito Processual Penal pela Universidade de São Paulo (USP). Professor da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL). Graduado pela Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI). Pesquisador Associado do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP). Membro do Grupo de Professores Supervisores em Entrevista Investigativa do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (GPS-CogJus). Docente integrante da iniciativa Provas Dependentes da Memória e Polícia Judiciária: ciência a serviço da melhoria do sistema de justiça criminal, da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL), vencedora do 21º Prêmio Innovare na categoria Justiça e Cidadania. Delegado de Polícia do Estado de São Paulo.

  • Thiago Padovese Magno, Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL)

    Aluno especial no Doutorado em Direito Processual Penal pela Universidade de São Paulo (USP). Mestre em Direito Internacional pela Must University - Florida/USA (2025). Especialista em Direitos Humanos e Segurança Pública pela Acadepol/SP (2018). Professor da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (Acadepol/SP). Membro do Grupo de Professores Supervisores em Entrevista Investigativa do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (GPS-CogJus). Ex-membro do Conselho Estadual de Políticas Sobre Drogas do Estado de São Paulo (Coned/SP). Docente integrante da iniciativa Provas Dependentes da Memória e Polícia Judiciária: ciência a serviço da melhoria do sistema de justiça criminal, da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL), vencedora do 21º Prêmio Innovare 2024 na categoria Justiça e Cidadania. Investigador de Polícia de Classe Especial do Estado de São Paulo.

  • William Weber Cecconello, Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (CogJus), Atitus Educação – Passo Fundo/RS

    Doutor e Mestre em Psicologia, com ênfase em Cognição Humana pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul/University of Portsmouth. Professor de Psicologia e Professor Colaborador do Programa de Pós Graduação em Direito da Atitus e Coordenador do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (CogJus). Desenvolve treinamentos para instituições nacionais e internacionais na área de Psicologia do Testemunho. Psicólogo Jurídico em tópicos relacionados à memória de vítimas e testemunhas, depoimento especial e reconhecimento de pessoas. Regional Champion da International Investigative Interviewing Research Group. Editor associado da International Journal of Police Science and Management. Expert member associado da Convention against Torture Initiative.

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Publicado

17.06.2026

Declaração de Disponibilidade de Dados

In compliance with open science policies, the dataset of this article is available in an open repository at the following link: https://doi.org/10.48331/SCIELODATA.A24QAE 

Edição

Seção

Teoria da Prova Penal

Como Citar

Lino, D., Giampaoli, A. P., Moraes, R. F. M. de ., Magno, T. P., & Cecconello, W. W. (2026). Da Intuição à Técnica: Efeitos de um Treinamento em Entrevista Investigativa na Formação Inicial de Policiais Civis. Revista Brasileira De Direito Processual Penal, 12(2). https://doi.org/10.22197/rbdpp.v12i2.1291

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